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Umbanda não faz Milagre, faz caridade
Umbanda não faz Milagre, faz caridade

 

“Umbanda não faz milagre. Faz caridade!”

É fato comum chegarem aos terreiros pessoas extremamente deprimidas, adoentadas ou desesperadas pelo fato de não encontrarem em nenhum outro lugar o remédio para seus males.

Já passaram por consultórios médicos, igrejas, milagreiros de todas as espécies.]

Em todos os lugares, foram deixando sua história registrada, acrescida de decepção e gastos financeiros além da conta.
Com a promessa e a busca de “milagres”, pagaram dízimos ou oferendas, tentando terceirizar a solução de seus problemas ou de sua suposta “má sorte”.

E enquanto seu saldo bancário e sua fé diminuem, sua decepção e dor aumentam.
O local que não cobra pela caridade geralmente leva a fama de ser “muito fraco”, pois infelizmente as pessoas ainda têm a falsa concepção de que “se não cobrar e bem cobrado, a coisa não funciona”. Além disso, há os que necessitam vivenciar o “fenômeno” para que sua fé tenha fundamento.
“Imagina... guia que fica só aconselhando, mandando rezar e mudar a maneira de pensar...”.
Como bem fala o ditado popular: “só quando a água bate onde não deve é que se aprende a nadar”.

Assim, só como último recurso, no desespero total, é que eles batem à porta da Umbanda. Mesmo descrentes, buscam o milagre, chorosos e vitimados pela vida.

Ajoelham-se na frente do preto velho ou do caboclo e derramam lágrimas, dedilham rosários de reclamações, tentando convencê-los de que a culpa da desgraça é de todo mundo, menos deles próprios.

Acolhidos com todo amor pelos guias de luz, não recebem promessa de milagre, apenas a exigência de uma gradual reforma íntima, aliada a mandingas que os limpam do lixo energético que conseguiram agregar ao longo do tempo.
Saem dali bem melhores do que entraram, quase sempre voltam e aos poucos compreendem que o milagre estava dentro deles próprios.


Não faltarão nessa lista os que, após a melhora, voltam a freqüentar os bancos da igreja aos domingos, exibindo saúde e roupas novas. Quando não, transformam-se em carregadores de bíblia, passando a combater ferrenhamente aqueles por quem foram ajudados.

Jamais vão admitir que um dia entraram num terreiro de Umbanda – coisa do capeta.

O que será que os Pretos Velhos e Caboclos pensam disso? 

 

Um dia desses fiz essa pergunta à Vovó Benta:
– Zi fia, nosso trabalho é a caridade e quem se dispõe a ela, esteja encarnado ou no mundo dos mortos, tem de saber que o “dar gratuitamente” sempre é motivo para darmos “graças” pela oportunidade de servir ao Criador, à sua obra. Ajudar esses filhos desnorteados é construir pontes entre o céu e a terra. Nunca podemos ou devemos esperar qualquer recompensa pelo bom serviço, a exemplo do Criador que distribui raios de luz ou gotas de água todos os dias a todos, bons e maus. O que cada filho fará com as dádivas recebidas só a ele cabe definir, escolhendo assim seu futuro. Sigamos fazendo o bem sem olhar a quem e façamos isso com a alegria de quem sobe os degraus para o céu, sem ter de pagar por isso com lágrimas ou moedas falsas. Lembre-se, filha, de que servir com alegria é servir duas vezes.
– Servir duas vezes?
– Sim, duas vezes. A você mesmo e ao próximo. Quando colocamos alegria e desprendimento, dissipamos qualquer possibilidade de nos machucarmos com nossa ação. Porém, o fazer por fazer ou para que as pessoas vejam que somos caridosos é um meio de ajudarmos aos outros sem, no entanto, estarmos com isso nos ajudando. O azedume que muitos “caridosos” carregam demonstra o quanto ainda sua caminhada é longa. Sem contar que pode ser um meio de captar para si as energias dos outros em vez de dissipá-las. Quanto aos filhos que viram as costas a quem os ajudou, não passam de espíritos infantis que precisam do pirulito para adoçar suas vidas, ignorando que um dia o doce chega no palito. 

 Texto  Extraido da  internet. Autor Desconhencido.

 


 


   

Conduta no terreiro de Umbanda.        
       O sucesso dos trabalhos efetuados em uma sessão espiritual depende, em grande parte, da concentração e da postura de médiuns e assistentes presentes.
Os templos umbandistas são locais sagrados, especialmente preparados para atividades espirituais, e que têm sobre seus espaços uma cúpula espiritual responsável pelas diretrizes básicas de amparo, orientação e segurança daqueles que, ou buscam ali a solução ou o abrandamento de seus males, ou dos que emprestam sua estrutura física para servirem de veículos à prática da caridade.
Apesar disto, alguns participantes julgam que, por tratar-se de culto de invocação, não se deve dar a devida atenção e respeito, sendo tais virtudes ausentes nestes indivíduos.
Respeito, palavra que muitos bradam quando são contrariados, mas que cai no esquecimento daqueles que muito ofendem.
Temos visto, para nossa tristeza, que alguns dirigentes de terreiros deixam muito a desejar no que se refere ao assunto em pauta.
Permitem que pessoas de má índole façam parte de seu quadro mediúnico; permitem aconchegos e conchavos; são muito tolerantes ao permitirem ingressar no salão de trabalhos pessoas com trajes incompatíveis com o que se realiza ou pretenda realizar.
Permitem conversas paralelas, algazarras, exibicionismos, bajulações etc., esquecendo-se que tais comportamentos atraem e "alimentam" os kiumbas desqualificados, que, aproveitando-se das vibrações negativas emanadas por estas pessoas, desarmonizam e quebram a esfera fluídica positiva, comprometendo assim os trabalhos assistenciais.
Devemos lembrar que o silêncio e a pureza de pensamentos são essenciais ao exercício da fé.
Temos observado também que alguns assistentes, e mesmo alguns médiuns, dirigirem-se desrespeitosamente aos espíritos trabalhadores. Debocham de suas características e duvidam de sua eficiência.
Entretanto, quando passam por uma série de sofrimentos físicos e espirituais, tendo recorrido inclusive a médicos, sem êxito, recorrem àqueles mesmos espíritos que outrora foram alvos de sua indiferença. Restabelecidos, atribuem sua melhora ao acaso.
Que Deus na sua infinita misericórdia, abra estes os corações brutos à preciosidade dos trabalhos de Umbanda.
Devem, médiuns e assistentes, observar o silêncio e o pensamento em situações ou coisas que representem fluídos do bem.
Este procedimento tem como conseqüência a imanação energética com os espíritos, decorrendo daí o derramamento sobre o terreiro do elixir etéreo da paz e da fraternidade.
O que se consegue do mundo astral é, antes de tudo, fruto da bondade e do merecimento de cada um.
A conduta reta e positiva deve ser a tônica em uma agremiação umbandista, para que os Guias e Protetores possam instalar no mental e no coração de cada participante sementes de bondade, amor e proteção.
A homogeneidade de pensamentos é instrumento de poder do ser humano, rumo à concretização de seus desejos, sendo fundamental que se apresentem límpidos e sinceros em uma Casa de Umbanda.
                      
                                    
UMBANDA DENTRO DO COTIDIANO
Como sempre dizemos: “Ser umbandista dentro do terreiro é fácil, mas e fora dele?!”.
Seguramente isso não é nada fácil.
Como toda religião a Umbanda tem como objetivo aperfeiçoar o espírito, que está em constante evolução.
A doutrina Umbandista vem preparando todos nós para que cada vez mais possamos melhorar conosco e com o próximo.
Então não basta ser uma pessoa caridosa, bondosa, correta só no terreiro.
Devemos dar o nosso maior exemplo fora dele.
O Umbandista não deve provar nada a ninguém, mas suas atitudes são MUITO OBSERVADAS por todos, pois quem não conhece a Umbanda em seus reais fundamentos acreditam que ela não passa de:
• Uma religião sem doutrina
• Não passa de puro fetiche (feitiçaria)
• De militantes ignorantes, que nada tem a oferecer a sociedade atual. PORTANTO UMBANDISTA DE VERDADE DEVE MOSTRAR:
• COM SUA CONDUTA,
• SUAS ATITUDES TODO O ENSINAMENTO QUE RECEBE DENTRO DO TERREIRO, ATRAVÉS DAS ENTIDADES E DOUTRINA. ESSE É O CAMINHO PARA FAZER A DIVULGAÇÃO E TRAZER O RESPEITO PARA A RELIGIÃO-CIÊNCIA.
A principal missão das entidades do Movimento Umbandista é tão somente prestar a caridade.]
E por sua vez, a dos médiuns também deveria ser.
Mas não apenas no terreiro, mas em todas as áreas da sua vida. Conhecemos muitas pessoas que se dizem umbandistas, e fora do terreiro tem uma conduta completamente contrária àquilo que pregam.
Ora devemos pelo menos ser coerentes com aquilo que falamos e fazemos, não podemos dizer: “Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”.
NÃO PODEMOS IR CONTRA AQUILO QUE ACREDITAMOS COMO REAL E VERDADEIRO. AQUELES QUE AGEM ASSIM É PORQUE NÃO TEM NENHUMA CONVICÇÃO DO QUE FAZEM.
Os ensinamentos das entidades devem ser aplicados diariamente em nossas vidas.
O médium incorporante deve registrar aquilo que seu mentor guarda em seu subconsciente durante as consultas, p/ que ele possa aplicar tais ensinamentos no seu dia a dia, em sua própria vida.
Nossa CARIDADE deve começar dentro de nossos lares, de nossas casas, com nossos familiares.
É COM ELES QUE TEMOS AS MAIORES DÍVIDAS. Com já disse o sábio espírito ANDRÉ LUIZ, “os parentes são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do ser encarnado. Isto significa que: Geralmente nossa família é composta por seres ligados a nós em vidas passadas, e que tem conosco uma relação de créditos e débitos.
São nossos credores ou devedores de vidas passadas.
O lar é um templo redentor de almas endividadas.
A família é o maior meio de ajustes entre os seres espirituais.
Qual forma mais sábia de fazer com que grandes inimigos de vidas passadas, com sentimentos recíprocos de ódio, vingança, mágoa e etc.
se aceitem?
É fazendo com que em vidas futuras compartilhem da mesma família como irmãos, pais, filhos, etc.
Conhecemos muitas pessoas que tem sérios problemas de entrosamento em seus lares, porque algum ou alguns de seus familiares tem problemas dos mais variados.
Os mais comuns são em que o familiar é doente, tem problemas psíquicos, psicológicos, enfim, causa transtorno a todos seus familiares.
Nesses casos devemos conter nosso ímpeto rebelde, mantermos a calma e a paciência e tentarmos compreendê-los da melhor forma possível.
Não devemos ser grosseiros nem estúpidos s e sim entendê-los do jeito que são. Seguramente esses seres doentes não estariam em nossa família por puro acaso, e sim porque alguns dos familiares têm graves débitos a cumprir com esses seres.
Na maioria das vezes os familiares foram responsáveis por essas anomalias em outras vidas, ou me fizeram muito mal e agora, de acordo com a Lei Divina, devem ajudar essas criaturas a saírem da situação em que se encontram.
Não adianta ignorá-los, tratá-los mal, pois isso só irá agravar mais ainda sua divida perante aquele ser e a sua situação perante a Lei Kármica.
PORTANTO DEVEMOS DAR MUITO VALOR A NOSSA FAMÍLIA E AGRADECERMOS A DIVINA OPORTUNIDADE DE PODERMOS RESGATAR COM SEUS SERES ANTIGAS DIVIDAS DO PASSADO E FICARMOS EM EQUILÍBRIO PERANTE A LEI DIVINA.
DEVEMOS EVITAR OS GRAVES DESENTENDIMENTOS, pois agindo assim estamos agredindo a evolução, estamos incorrendo nos mesmos erros anteriores e dificultando ainda mais o consenso, que inevitavelmente terá que acontecer demore quanto tempo for necessário, portanto não devemos desperdiçar esta chance! Devemos melhorar os contatos diretos ou indiretos com nossos pais, irmãos, tios, primos e demais familiares para que a Lei não venha cobrar-lhe NOVAS E MAIS ENÉRGICAS experiências em PRÓXIMAS ENCARNAÇÕES. A Umbanda não tem normas nem Leis que inibam a liberdade de ninguém. Ela não proíbe ninguém de fazer isso ou aquilo, ela apenas nos mostra o caminho, e cabe a cada um de nós, segundo nosso livre arbítrio, escolher por onde quer ir.
As entidades sempre dizem: A UMBANDA NÃO ESCRAVIZA, LIBERTA! Ouvimos muitas pessoas dizerem: “isso minha religião não permite”, mas será que você realmente acredita naquilo?
A Umbanda acredita na capacidade de cada um escolher seu caminho, de saber o que realmente é ideal para si.
É claro que às vezes necessitamos de alguns esclarecimentos, de alguém para mostrar o caminho a ser seguido, mas nunca de forma imposta.
SOMOS RADICALMENTE CONTRA AQUELES QUE DIZEM QUE TUDO ESTÁ TRAÇADO, QUE NOSSO DESTINO JÁ ESTÁ SELADO.
Ora se assim fosse, para que vivermos se somos marionetes nas mãos de um Deus tão cruel, que nos faz sofrer para aprendermos a lição? Acreditamos em predisposições para tais circunstancias.
Exemplo: Uma pessoa tem predisposição para morrer de infarto.
Isto é uma predisposição, que conforme sua conduta em vida pode ocorrer ou não.
Há também aqueles que dizem saber exatamente quando vão morrer porque é seu destino.
Como já dissemos, há uma predisposição e não uma imposição.
De acordo com a nossa conduta, podemos antecipar ou prolongar a nossa vida terrena.
Essa é a famosa LEI DO KARMA ou das CAUSAS E EFEITOS.
Todos temos uma predisposição para uma série de acontecimentos e realizações em nossas vidas, que podem acontecer ou não de acordo com a nossa conduta enquanto encarnados.
Infelizmente já ouvimos alguns de nossos amigos dizerem que a vida é para ser vivida intensamente, visando apenas prazer, porque estamos aqui a passeio.
Acreditar nisso seria acreditar que
• Tudo que fazemos não tem importância como,
• Estudar, trabalhar, se aprimorar,
• Pois nada valerá quando morrermos, que tudo foi em vão,
• É estar completamente sem perspectivas de encontrar um mundo melhor
• De acreditar na imortalidade do espírito,
• De acreditar na evolução. Devemos ter ciência que a nossa estadia no planeta como encarnado é uma benção divina.
Muitos seres perdidos, emaranhados em seriíssimas confusões, mentais e astrais, aguardam ansiosos por essa oportunidade, visando melhorarem-se e diminuírem os débitos adquiridos em vidas passadas. A reencarnação é: • Uma solução bendita,
• É a misericórdia divina,
• É a chance que Deus dá a todos os seres,
• A cada encarnação temos a oportunidade da evolução, para a libertação do espírito. Se estamos no corpo físico, é porque temos sérios compromissos a cumprir.
Quantos e quantos seres desencarnados atolados no mal, gostariam de ter essa oportunidade, e reencarnar para saldar suas dividas perante a Lei.
Só para deixar bem claro: Se estamos encarnados: não é por acaso, temos sérios compromissos a cumprir, muitos credores batem à nossa porta.
Então não se iluda pensando que a vida é uma eterna diversão, que estamos aqui para gozar dos prazeres da vida terrena.
Há coisas muito mais sérias esperando por você desperte para realidade!
A doutrina de Umbanda tem justamente essa finalidade, de ajudar as pessoas a enfrentarem os problemas do cotidiano com paz e serenidade, colocando em pratica o que é aprendido com as entidades.
Nos revela de forma clara e simples, o modo ideal de encararmos a vida como ela realmente é.
A nossa preocupação é dar formação espiritual, para que as pessoas possam levar suas vidas com mais tranqüilidade, entendendo os porquês de certas coisas acontecerem tão freqüentemente, pois tendo tais conhecimentos, seguramente suas vidas serão mais amenas e mais intensivamente vividas.
A intenção das entidades de Umbanda é fazer com que a vida das pessoas possa ser compreendida de uma forma melhor, que as pessoas não encontrem tanta dificuldade em entender as coisas que a ciência não consegue explicar, tais como a morte, Deus e etc.
Os umbandistas não são melhores nem piores que ninguém.
Não temos qualquer vocação para “santos”.
Queremos ser apenas o que somos, pessoas normais como todas as outras, que acreditam em um Deus e na imortalidade do espírito.
Dizemos isto porque muitas pessoas acham que ser religioso é ser santo, é privar-se das coisas boas da vida.
Conversa mole!!!
Isto é pura preguiça, é falta de coragem de encarar a vida de frente.
Alguns têm até vergonha de dizerem que freqüentam ou que são praticantes de alguma religião.
Imaginem só!...
Acreditamos que a vida material é importante, mas não teria o menor sentido sem a vida espiritual, pois só levaremos as nossas ações, nosso comportamento enquanto encarnados, a nossa educação espiritual será a nossa maior riqueza.
Os mentores do Astral, irão nos direcionar após o desencarne segundo a nossa conduta, de acordo com o grau de espiritualidade.
Quando morrermos seremos todos iguais, o que irá nos diferenciar uns dos outros é o nosso Aura, que reflete todas as nossas ações, pensamentos, sentimentos através de sua coloração.
Por isso é que todos deveríamos dar mais importância ao nosso lado espiritual, nos educarmos espiritualmente.
A vida é muito boa, mas é uma etapa passageira, um dia passará. Vamos criar dentro de nós um sentimento de AMOR AO PRÓXIMO, afinal todos nós habitantes do planeta Terra, somos uma imensa família que resgata junto algo que foi perdido há milhões de anos atrás, a Tradição Cósmica. Portanto deixemos de lado as mesquinharias materiais e vamos nos preocupar com a essência espiritual.
Não devemos nos esquecer que temos um compromisso a cumprir e um caminho a seguir.
Não podemos nos deixar levar pelas grandes ILUSÕES da vida terrena.
O que é ser uma pessoa espiritualizada?
• Ser mais compreensivo
• ser mais gentil
• Mais atencioso com as pessoas
• Não julgar
• Se não puder ajudar, não atrapalhe.
• O bom comportamento e sentimentos só nos aproximam de BONS ESPÍRITOS. (é a lei da afinidade)
 
 
Linha de Marinheiro.
 

 

A Linha dos Marinheiros da Umbanda engloba espíritos que trabalham no auxílio a encarnados e desencarnados, a partir do seu magnetismo aquático e de seus conhecimentos sobre a manipulação do Mistério das Águas.

Nela se apresentam espíritos que em últimas encarnações foram marinheiros de fato, navegadores, oficiais, pescadores, povos ribeirinhos, canoeiros, ex-piratas etc.
 
É o arquétipo do homem litorâneo, daquele que sobrevive do mar e dos rios. A Linha dos Marinheiros tem a Regência direta dos Orixás Yemanjá e Omolu.
 
Yemanjá rege “a parte de cima” do mar e Omolu rege “a parte de baixo”.
 
Yemanjá rege o mar (“calunga grande”) e dá sustentação e amparo aos espíritos que nele viveram de forma positiva, extraindo de suas águas recursos para alimentar vidas. 
 
Omolu rege a terra (“calunga pequena”) e sustenta o eterno vai-e-vem das águas. Mas também atrai para os seus domínios os espíritos que se utilizaram do mar de forma negativa, alimentando apenas seus instintos inferiores.
 
Esta Linha de Trabalho é também chamada de “Povos da Água” e está relacionada a outras Mães das Águas: Oxum (águas doces), Nanã (lagos e lagoas), Yansã (água da chuva), Oyá-Tempo (água do sereno). Mas sua principal Regente é Yemanjá.
 
Os Marinheiros trabalham ainda sob influência das Forças Naturais que enfrentam no mar, tais como: as calmarias (Mistério de Oxalá); os raios (Mistério de Xangô); os tufões (Mistério de Yansã); os ciclones (Mistério de Oyá-Tempo); os bancos de areia (Mistério de Omolu); os recifes de corais (Mistério de Obá); os sargaços (Mistério de Oxóssi); as correntes marinhas (Mistério de Ogum).
 
Para lidar com essas energias, os Marinheiros precisam do conhecimento e da licença dos Orixás Regentes.
 
Portanto, ser um Marinheiro de Umbanda requer “preparo”!...
 
Nos Terreiros, a chegada dos Marinheiros traz uma alegria contagiante. Abraçam a todos, brincam com um jeito maroto, gingando pra lá e pra cá, PARECENDO embriagados.
 
Mas NÃO estão embriagados, como se poderia pensar. É o seu magnetismo aquático que os faz ficar “balançando”.
 
Cada elemento tem o seu magnetismo. E os espíritos que se manifestam naquela Irradiação têm magnetismo idêntico.
 
O que faz o mar ondular é o magnetismo característico de Mãe Yemanjá, Regente Divina dessas águas e da Linha dos Marinheiros. Logo, os Marinheiros têm esse magnetismo “ondulante”.
 
Ao incorporar em seu médium, o Marinheiro “bambeia”, ele se movimenta como quem se equilibra no tombadilho de um navio ou de um barco em alto mar. Desta forma, ele libera energias em formas onduladas, é através dos seus “balanços” que lembram os movimentos de uma pessoa embriagada. (Se ficarmos algum tempo no mar, vamos entender melhor isso: ao voltar para terra firme, sentiremos estar “balançando”, “bambeando”, ainda sob o efeito do movimento ondulante do mar.)
 
Os “balanços” dos Marinheiros liberam ondas de forte magnetismo aquático que desagregam acúmulos negativos de origem externa e interna, equilibram nosso emocional e mental e nos dão condições de gerar coisas positivas em nossas vidas. Vale lembrar que as águas simbolizam as nossas emoções e estão ligadas à origem da vida.
 
Nas Giras de desenvolvimento o magnetismo dos Marinheiros é um potente equilibrador emocional do médium, colaborando de forma essencial no processo.
A Linha atua preferencialmente na diluição de cargas trevosas e em trabalhos voltados para a cura emocional do consulente, muitas vezes com a ajuda de seres Elementais da Água que são atraídos com tal propósito. O contato com esses seres realiza uma potente limpeza em nosso campo magnético, uma verdadeira “explosão” de energia equilibradora.
 
Os Marinheiros são Magos dos Mistérios Aquáticos. Atuam de forma única dentro da Umbanda, na manipulação de energias que nos libertam de bloqueios íntimos e nos dão equilíbrio emocional. Pode parecer pouco, mas hoje a própria ciência analisa e admite os efeitos dos distúrbios emocionais como geradores de várias enfermidades. De modo que a cura emocional é o primeiro grande passo para outras conquistas.
 
Os Marujos lidam com os consulentes de forma simpática e extrovertida, “quebrando o gelo” e deixando o assistido muito à vontade, o que facilita a recepção dessas energias equilibradoras e curadoras.
 
Sua linguagem é bastante simbólica:
 
œ“o mar” expressão que usam significando a nossa vida. Quando falam que “o mar tá bravo”, é porque o médium ou o consulente está com dificuldades na vida por não saber lidar com as emoções;
 
œ“barco” maneira pela qual nos designam (é o próprio médium, é o consulente);
 
œ“Capitão Maior/Capitão do Navio” expressões para se referirem a Deus.
 
Além dos trabalhos de descarrego e quebra de magias negativas, dão consultas e passes.

Costumam ir direto ao ponto, sem rodeios.

Mas sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo.
 
São amigos, trazem uma mensagem de esperança e força.

Sempre nos alertam para agir com fé e confiança e desbravar o desconhecido, seja do nosso interior ou do mundo que nos rodeia.

 
Hino da Umbanda.
 
Batismo na Umbanda.
 

 

Batismo Temos que ter em mente que o batismo significa o recomeço o acordar para a religião em que você se propõem a seguir e a adorar.

Sabemos que o Batismo é algo sagrado e imutável tão sagrado que em nossa Comunidade é reconhecido que o primeiro Batismo na Umbanda será sempre o seu primeiro o seu laço com suas entidades, mas alem do Batismo também temos a cerimonia de confirmação que é a que fortalece esse laço da mesma forma que a primeira, se escolhe um ou mais padrinhos e madrinhas para tal cerimonia que serão testemunhas encarnadas alem do Guia Chefe que irá presenciar tal acontecimento.

Alguns preceitos devem ser seguidos para que possamos estar preparados de corpo e alma para tal cerimonia.

• Na semana anterior a do dia do batismo 7 dias antes devemos acender um vela de sete dias para Oxalá para que nos prepare para a cerimonia e ilumine nosso Ori (cabeça);

• Durante a semana deve-se evitar ambientes carregados e uso de roupas escuras, sempre pense em coisas agradáveis e alegres faça dessa semana a sua melhor semana.

• Devemos nos sete dias anteriores ao do Batismo tomar banho de Tapete de Oxalá (boldo) de cabeça e corpo para mantermos o equilíbrio do espírito.

• No dia da cerimonia devemos providenciar uma Toalha Branca sem desenhos ou estampas, caso saiba seu Orixá de cabeça é permitido colocar fita da cor do Orixá * (conforme cores designadas pelo primado de Umbanda ) sem exageros essa toalha não é usado nas giras apenas nos trabalhos de Cachoeira e Praia.

• No dia da cerimonia devemos providenciar uma Vela Branca simples de Batismo.
LOCAIS PARA A PRÁTICA DO BATISMO.
O ritual pode ser praticado dentro do próprio terreiro como também na cachoeira, local de maior vibração de Mãe Oxum, mãe e protetora de todos os filhos de Umbanda e senhora das águas doces.

Em alguns terreiros, por orientação do Chefe da Casa, o batismo pode também ocorrer na praia, sendo então os filhos consagrados a Iemanjá.
Orientação aos padrinhos e aos pais
Ser padrinho é assumir perante Pai Olorum e Pai Oxalá o compromisso de segundo pai e segunda mãe, prometendo cuidar de seu(sua) afilhado(a) sempre que necessário.

A vela batismal será levada para casa e guardada pela mãe.

Essa vela é símbolo da Luz Divina e deve ser acesa (apenas quando necessário), posta sobre a cabeça da criança e, de preferência, às suas costas.

Se houver algum problema de causa desconhecida com a criança, acender a vela e elevá-la sobre a sua cabeça.

O campo imantador da própria criança começará a se abrir e a criar a proteção e a limpeza necessárias.
Batismo de Médium
O bastismo é um acolhimento dos filhos de fé.

É um sacramento indispensável para a pessoa ter vida religiosa plena.

É uma iniciação.

Cada religião tem uma hierarquia divina: anjos, arcanjos, querubins, devas...

Na Umbanda temos a hierarquia dos Orixás.

O batismo é, portanto, uma apresentação às divindades da Umbanda, para que enviem as suas vibrações ao espírito encarnado e assim ele passe a receber a proteção dos Orixás.

O espírito e o mental do batizando passam a ser amoldados sutilmente na nova egrégora, na nova religião, revestidos com uma aura protetora divina.
Os Padrinhos e Madrinhas
Os Padrinhos Espirituais - Orixás- assumem o amparo divino do afilhado, juntamento com o Orixá de frente e o Orixá juntó.

Os Padrinhos Encarnados - assumem a responsábilidade de serem orientadores do(a) afilhado (a) na Umbanda juntamente com a sacerdote (isa).
O Significado do Ato Ritualístico:
A PEMBA BRANCA - Representa Oxalá nosso grande Orixá, divindade sincretizada por nós como Jesus Cristo no qual foi crucificado e com essa pemba é que seremos cruzados confirmando com este símbolo sinal cristão, da acolhida deste filho à Família de Almas de Angola

(SARAVÁ PAI Oxalá)
O INCENSO: Representa a energias de proteção e de irradiação luminosa. Nela pedimos a Iansã senhora dos ventos que leve o aroma das sagradas ervas a todos o lugares que andastes o protegendo de todo o mal e ultrapassando as dificuldades da vida.

(SARAVÁ Iansã)
O SAL: Em nome de Ogum senhor dos caminhos e das batalhas o sal que representa a proteção que lhe será dada durante sua vida pelo plano espiritual; representa ainda a terra e sua prosperidade e o crescimento de suas plantações interiores; a preservação da vida;

(SARAVÁ Ogum)
O FOGO (A VELA DO BATISMO): Representa Xangô Senhor do Som e da Justiça Divina essa chama de justiça acendera em seu coração na proteção dos menos aflitos o testemunho dos presentes à sua nova vida dentro dos princípios Cristãos de Almas de Angola, representa ainda a luz interior de cada um de nós, luz a ser desvelada para que cheguemos a Oxalá.

(SARAVÁ Xangô)
O ÓLEO : Nesse domínio reina Oxossi Senhor das Matas Guardião de Nossa Comunidade, sobre a ordem do Orixá que reina nossa Casa. Cuja unção significa as bênçãos do PAI sobre seu FILHOS .

A consagração desses filhos às entidades de Almas de Angola e a sua distinção entre os homens. Pois a partir de agora eles são membros da Grande Família Universal Umbandista.

(SARAVÁ OXOSSI)
A ÁGUA: Nesse domínio reina Iemanjá, Oxum e Nanã senhora das águas sagradas, que são as grandes Mães geradoras onde tudo é criado.

Diante dessa cachoeira limpe as impureza que tenhas e prepare seu coração durante sua jornada te tornando digno de ser Umbandista pois a aguá é a purificação do Espírito, Mente e Corpo.

(SARAVÁ Oxum, SARAVÁ Iemanjá, SARAVÁ Nanã).
E Finalmente a Obaluâie a bondade e o carinho dos teus velhos espíritos venha a doutrinar esse filho no caminho do bem e da responsabilidade com ele pedimos aos padrinhos que intercedam sempre em tudo o que achares errados em seu filho no decorrer dessa nova caminhada.

(SARAVÁ