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Lendas de Nanã Buruke
Lendas de Nanã Buruke

lendas de Nanã Buruke

Nanã Buruke
Dia da semana: Terça-feira Cores: Lilás, Branco, Azul Saudação: Saluba Nanã!Elementos: Água e Terra (lama) Domínio: Lama e PântanosInstrumento: Ibiri (espécie de bengala) Nanã, a deusa dos mistérios, é uma divindade de origem simultânea à criação do mundo, pois quando Odudua separou a água parada, que já existia, e libertou do “saco da criação” a terra, no ponto de contato desses dois elementos formou-se a lama dos pântanos, local onde se encontram os maiores fundamentos de Nanã.
Senhora de muitos búzios, Nanã sintetiza em si morte, fecundidade e riqueza.
O seu nome designa pessoas idosas e respeitáveis e significa “mãe”. Na região onde hoje se encontra a República do Benin, Nanã é muitas vezes considerada a dinvidade suprema e talvez por essa razão seja frequentemente descrita como um orixá masculino.
Nanã é no entanto um orixá feminino de origem daomeana que foi incorporado há séculos pela mitologia iorubá, quando o povo nagô conquistou o povo do Daomé, assimilando a sua cultura e incorporando alguns dos orixás dominados por sua mitologia já estabelecida. Nanã teria o mesmo posto hierárquico de Oxalá ou até mesmo de Olorum.
Nanã é sempre associada à maternidade.
É um dos orixás mais velhos da água que, associado às águas do céu e à lama, tem o poder de dar vida e forma aos seres humanos.
O seu elemento é a lama do fundo dos rios.
Ela é a deusa dos pântanos, da morte (associada à terra, para onde somos levados após a morte) e da transcendência. É uma figura muito controversa no panteão africano: ora perigosa e vingativa, ora desprovida dos seus maiores poderes, relegada a um segundo plano amargo e sofrido.
Os seus filhos dançam devotando-lhe muito respeito.
Os seus movimentos lembram o andar de uma senhora idosa, com passos lentos, o corpo curvado para a frente e apoiado no Ibiri.
É considerada a primeira esposa de Oxalá.
São quatro os Orixás filhos de Nanã: Omulu, Oxumaré, Ossain e Ewá.

Características dos filhos de Nanã Os filhos de Nanã são pessoas extremamente calmas, tão lentas no cumprimento das suas tarefas que chegam a irritar.
Agem com benevolência, dignidade e gentileza. As pessoas de Nanã parecem ter a eternidade à sua frente para acabar os seus afazeres, gostam de crianças e educam-nas com excesso de doçura e mansidão, assim como as avós. São pessoas que no modo de agir e até fisicamente aparentam mais idade.
Podem apresentar precocemente problemas de idade, como tendência a viver no passado, de recordações, apresentar infecções reumáticas e problemas nas articulações em geral. As pessoas de Nanã podem ser teimosas e rabugentas, daquelas que guardam por longo tempo um rancor ou adiam uma decisão.
Porém agem com segurança e majestade.
Suas reacções bem equilibradas e a pertinência das suas decisões mantêm-nas sempre no caminho da sabedoria e da justiça.
Embora se atribua a Nanã um caráter implacável, os seus filhos têm grande capacidade de perdoar, principalmente as pessoas que amam.
São pessoas bondosas, decididas, simpáticas, mas principalmente respeitáveis, um comportamento digno da Grande Deusa do Daomé.
Nha Maria senhora da sabedoria vovó de luanda vem de aruanda sarava a umbanda na fé da virgem maria
saravá minha negra escrava!!! salve as santas almas benditas!!!!
Viveu em luanda servindo aos orixas,essa negra escrava morreu aos pés do cruzeiro perante a imagen de nossa senhora aparecida,hoje atua na linha africana nos terreiros de umbanda,essa vovó desce em terra pra trazer seus benzimentos e mandingas,no mundo espiritual cuida das crianças de luz,trabalha com caximbo cordão galhos de manjericão e aruda junto com agua de alfazema.
 Videos de Nanã

OXALÁ
Orixá masculino, de origem Ioruba (nagô) bastante cultuado no Brasil, onde costuma ser considerado a divindade mais importante do panteão africano.
Na África é cultuado com o nome de Obatalá.
Quando porém os negros vieram para cá, como mão-de-obra escrava na agricultura, trouxeram consigo, além do nome do Orixá, uma outra forma de a ele se referirem, Orixalá, que significa, orixá dos orixás.
Numa versão contraída, o nome que se acabou popularizando, é OXALÁ.
Esta relação de importância advém de a organização de divindades africanas ser uma maneira simbólica de se codificar as regras do comportamento.
Nos preceitos, estão todas as matrizes básicas da organização familiar e tribal, das atitudes possíveis, dos diversos caminhos para uma mesma questão.
Para um mesmo problema, orixás diferentes propõem respostas diferentes – e raramente há um acordo social no sentido de estabelecer uma das saídas como correta e a outra não.
A jurisprudência africana nesse sentido prefere conviver com os opostos, estabelecendo, no máximo, que, perante um impasse, Ogum faz isso, Iansã faz aquilo, por exemplo. Assim, Oxalá não tem mais poderes que os outros nem é hierarquicamente superior, mas merece o respeito de todos por representar o patriarca, o chefe da família.
Cada membro da família tem suas funções e o direito de se inter-relacionar de igual para igual com todos os outros membros, o que as lendas dos Orixás confirmam através da independência que cada um mantém em relação aos outros. Oxalá, porém, é o que traz consigo a memória de outros tempos, as soluções já encontradas no passado para casos semelhantes, merecendo, portanto, o respeito de todos numa sociedade que cultuava ativamente seus ancestrais.
Ele representa o conhecimento empírico, neste caso colocado acima do conhecimento especializado que cada Orixá pode apresentar: Oçanhe, a liturgia; Oxóssi, a caça; Ogum, a metalurgia; Oxum, a maternidade; Iemanjá, a educação; Omolu, a medicina – e assim por diante.
Se por este lado, Oxalá merece mais destaque, o considerá-lo superior aos outros (o que não está implícito como poder, mas sim merecimento de respeito ao título de Orixalá) veio da colonização européia.
Os jesuítas tentavam introduzir os negros nos cultos católicos, passo considerado decisivo para os mentores e ideólogos que tentavam adaptá-los à sociedade onde eram obrigados a viver, baseada em códigos a eles completamente estranhos. A repressão pura e simples era muito eficiente nestes casos, mas não bastava.
Eram constantes as revoltas.
Em alguns casos, perceberam que o sincretismo era a melhor saída, e tentaram convencer os negros que seus Orixás também tinham espaço na cultura branca, que as entidades eram praticamente as mesmas, apenas com outros nomes. Alguns escravos neles acreditaram.
Outros se aproveitaram da quase obrigatoriedade da prática dos cultos católicos, para, ao realizá-los, efetivarem verdadeiros cultos de Umbanda, apenas mascarados pela religião oficial do colonizador.
Esclarecida esta questão, não negamos as funções únicas e importantíssimas de Oxalá perante a mitologia ioruba.
É o princípio gerador em potencial, o responsável pela existência de todos os seres do céu e da terra.
É o que permite a concepção no sentido masculino do termo. Sua cor é o branco, porque ela é a soma de todas as cores.
Por causa de Oxalá a cor branca esta associada ao candomblé e aos cultos afro-brasileiros em geral, e não importa qual o santo cultuado num terreiro, nem o Orixá de cabeça de cada filho de santo, é comum que se vistam de branco, prestando homenagem ao Pai de todos os Orixás e dos seres humanos. Se essa mesma, gostar e quiser usar roupas com as cores do seu ELEDÁ (primeiro Orixá de cabeça) e dos seus AJUNTÓS (adjutores auxiliares do Orixá de cabeça) não terá problema algum, apenas dependendo da orientação da cúpula espiritual dirigente do terreiro.
Segundo as lendas, Oxalá é o pai de todos os Orixás, excetuando-se Logunedé, que é filho de Oxóssi e Oxum, e Iemanjá que tem uma filiação controvertida, sendo mais citados Odudua e Olokum como seus pais, mas efetivamente Oxalá nunca foi apontado como seu pai.

AS CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE OXALÁ As características tão bem sintetizadas por Monique Augras ao descrever a dança de Oxalá (no ritual de nação) definem bem o arquétipo psicológico a ele associado. São caracteres encontrados nos arquétipos ocidentais também em relação à figura paterna.
Oxalá é o pai dos Orixás e, por extensão, de toda a humanidade.
Estabelece, pois, entre si e os outros, uma aura não de temeridade (já que não é nada inseguro), mas sim de respeito e carinho.
Os filhos de Oxalá, portanto, são pessoas tranqüilas, com tendência à calma, até nos momentos mais difíceis; conseguem o respeito mesmo sem que se esforcem objetivamente para obtê-lo.
São amáveis e pensativos, mas nunca de maneira subserviente. às vezes chegam a ser autoritários, mas isso acontece com os que têm Orixás guerreiros ou autoritários como adjutores (ajuntós).
Sabem argumentar bem, tendo uma queda para trabalhos que impliquem em organização.
Gostam de centralizar tudo em torno de si mesmos.
São reservados, mas raramente orgulhosos. Seu defeito mais comum é a teimosia, principalmente quando têm certeza de suas convicções; será difícil convencê-los de que estão errados ou que existem outros caminhos para a resolução de um problema.
No Oxalá mais velho (OXALUFÃ) a tendência se traduz em ranzinzice e intolerância, enquanto no Oxalá novo (OXAGUIÃ) tem um certo furor pelo debate e pela argumentação.
Para Oxalá, a idéia e o verbo são sempre mais importantes que a ação, não sendo raro encontrá-los em carreiras onde a linguagem (escrita ou falada) seja o ponto fundamental.
Fisicamente, os filhos de Oxalá tendem a apresentar um porte majestoso ou no mínimo digno, principalmente na maneira de andar e não na constituição física; não é alto e magro como o filho de Ogum nem tão compacto e forte como os filhos de Xangô. às vezes, porém, essa maneira de caminhar e se postar dá lugar a alguém com tendência a ficar curvado, como se o peso de toda uma longa vida caísse sobre seus ombros, mesmo em se tratando de alguém muito jovem.

 

CASAIS SE ENTENDEM CADAVEZ MENOS Homem é homem, mulher é mulher. Feitos para se casar – e para se separar. Brasileiros e brasileiras convivem cada vez menos com quem acham que não vale a pena. Os pedidos de separação cresceram, principalmente porque aumentou o número de motivos pelos quais as pessoas decidem romper. Antes da década de 70, as alegações para o divórcio eram coisas bem concretas: infidelidade, dificuldades financeiras, violência doméstica, negligência do lar – enfim, “argumentos de homem”. A partir da década de 80, as queixas passaram a incluir quesitos menos palpáveis, daqueles “típicos de mulher”. Atualmente, “falta de entrosamento”, “falta de sensibilidade”, “falta de comunicação” são alegações comuns. E segundo o IBGE, em mais de 70% dos processos de separação não consensuais, justamente os mais dolorosos, a iniciativa é feminina. Estariam as mulheres, como sempre, complicando as coisas? Para a terapeuta Terezinha Feres Carneiro, a dificuldade das mulheres de se comunicarem com seus parceiros e de se fazerem entender, ocorre porque homens e mulheres não falam a mesma língua. Num trabalho executado pela psicóloga Andréa Seixas Magalhães, perguntou-se a vinte casais carioca, o que eles entendiam por “casamento”. A resposta de 95% das entrevistadas foi: “uma relação de amor”. A de 100% dos homens foi: “constituição de família”. São visões diferentes que levam a frustrações diferentes. “As mulheres encaram a separação como conseqüência do fim do amor. Para a maioria dos homens, o fato de a relação não ser um mar de rosas não justifica o rompimento; bem ou mal eles têm “família”, avalia Andréa. Homens e mulheres pensam diferente, reagem diferente, têm expectativas diferentes, e, sem uma boa dose de compreensão e boa vontade mútuas, não há união que resista ao embate de “la diference”, por mais que a ela se dê vivas. Quais são estas diferenças? O clássico “Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus”, manual de auto ajuda escrito por um homem, John Gray, e dirigido principalmente às mulheres, faz uma listinha básica. Primeiro, homens são concretos, oferecem soluções e não ligam para sentimentos. Mulheres são Abstratas, oferecem conselhos e orientações que eles não querem ouvir. Homens quando têm problemas, afastam-se e ficam matutando sozinhos. Mulheres querem sempre conversar sobre o que as incomoda, a elas e a eles também Homens precisam sentir-se necessários. Mulheres necessitam sentir-se “acalentadas”. Homens e mulheres usam as mesmas palavras, mas de forma diferente: eles levam tudo ao pé da letra; elas são dadas a superlativos e generalizações empregados apenas para reforçar seu ponto de vista. No quesito intimidade, homens de vez em quando precisam afastar-se; mulheres exigem contato constante, às vezes mais, às vezes menos, mas sempre exigem. Tem mais. Mulheres, admita-se uma vez por todas, falam mais mesmo: 25000 palavras por dia, contra 15000 dos homens, segundo pesquisa feita na Inglaterra. E por serem como são, propensas a porem emoções nas palavras e a expor dúvidas, vira e mexe usam sua capacidade de falar para “discutir a relação”- coisa que faz o homem tremer, em geral, por ele achar isso absolutamente desnecessário. Eles, nessas ocasiões, são verdadeiras “portas” e basta um olhar um pouco mais atento da esposa, para perceber que o marido, no segundo minuto daquela conversa séria, está longe, longe. “As mulheres têm grande necessidade de se comunicar. Elas parecem estar mais dispostas internamente a enfrentar os problemas e suas conseqüências, Já o homem se dispõe menos a entrar em contato com seus sentimentos e fogem da discussão dos mesmos problemas”, conclui Terezinha Feres Carneiro. Juntem-se a elas outras tantas diferenças e está feita a bolha que faz desandar a maioria dos casamentos – agora mais do que nunca. Depois de separados, segundo uma pesquisa feita pela psicóloga Constance Ahrons, nos Estados Unidos, 24% dos casais se tornam inimigos mortais; 26% mantém as conversas obrigatória, mas vivem às turras; 38% se tratam civilizadamente. Só 12% continuam amigos de verdade. Entretanto, apesar do aumento do número de separações e dos problemas que eles acarretam, nada indica que eles e elas não queiram mais se casar. “O casamento deixou de ser uma função social para se tornar uma fonte de gratificação pessoal”, diz Terezinha. “Ou seja, casamento hoje em dia é tão importante que ninguém quer ter um ruim”. E assim, de busca em busca, homens e mulheres continuam se encontrando e se separando.

 

 

Fragmentos da vida amorosa dos inseguros A jornalista Maria Helena conta que, após uma separação de oito anos, arranjou um primeiro namorado, pelo qual enlouqueceu logo no primeiro encontro. Para combinar a segunda noite, o sujeito disse que ligaria para o trabalho dela às 16h. Ela ficou num estado que às 14h já não conseguia mais trabalhar, as pessoas falavam e ela não entendia nada. Só pensava no telefonema, só olhava o relógio. Felizmente às 16h em ponto ligou a nova paixão. Foi tudo maravilhoso no começo, mas esta insegurança louca, esse medo de que nada iria adiante, foi afastando o novo casal. Para se acalmar, Maria Helena bebia mais do que devia, o cotidiano foi ficando pesado, o encantamento desapareceu. Foi uma Depressão terrível conviver com o fim de tantas ilusões: “Fiquei meses muito triste, mas muito triste mesmo. Vi que eu mesma tinha afastado uma relação que poderia ser muito boa. Ou, pelo menos, ter sido mais tranqüila, sem tanta excitação”.
O professor universitário Rodrigo Queiroz acha impossível que sua mulher, Rosana, com quem está casado há seis anos, goste dele realmente. Como alguém seria capaz de gostar dele? Quando eles vão a uma festa, ele estraga a diversão sempre achando que ela olha para outro. Os outros são sempre melhores do que ele, ganham mais, são mais felizes e um dia sua mulher sem dúvida vai perceber isso. Por isso, ele não pode mostrar a ela o quanto ela tem valor. Senão, ela vai embora. Tudo o que a mulher faz não merece a sua atenção, porque ele presta excessiva atenção em tudo e sente sempre que ela lhe é superior. O que acontece? Rosana sabe que Rodrigo é inseguro, que no fundo gosta dela, mas está sempre triste porque gostaria que o marido reconhecesse o seu valor, que a admirasse de uma maneira mais direta, sem tanta possessividade e, claro, insegurança. 

 

LINHAS DE UMBANDA

Por serem um conjunto de vibrações que atuam sobre todos os seres encarnados, as Linhas de Umbanda têm Comandos definidos e Representantes junto às outras linhas, para evitar entre choques e harmonizar melhor as freqüências, sendo o seu principal escopo o bem estar do ser encarnado. Ditos Representantes, comparam-se à Diplomatas com suas imunidades, e ascendência direta sobre os seus afins. A seguir damos a relação dos Comandos e Representantes entre as 7 Linhas da Umbanda.
LINHA DE OXALÁ
Caboclo Tupi - Representante de Oxalá na Linha das Almas Caboclo Guarani - Representante de Oxalá na Linha de Oxóssi Caboclo Aymoré - Representante de Oxalá na Linha de Ogum Caboclo Guaracy - Representante de Oxalá na Linha de Xangô Caboclo Ubiratã - Representante de Oxalá na Linha de Ibeji Caboclo Ubirajara - Representante de Oxalá na Linha de Senhoras Caboclo Urubatão da Guia - Comando da Linha de Oxalá
LINHA DAS SENHORAS
Cabocla Janaína - Representante das Senhora na Linha das Almas Cabocla Jupissiara - Representante das Senhoras na Linha de Oxóssi Cabocla Jupiara - Representante das Senhoras na Linha de Ogum Cabocla Jussara - Representante das Senhoras na Linha de Xangô Cabocla Jacira - Representante das Senhoras na Linha de Ibeji Cabocla Jandira - Comando da Linha das Senhoras Cabocla Jupira - Representante das Senhoras na Linha de Oxalá
LINHA DE IBEJI
Yarirí - Representante de Ibeji na Linha das Almas Crispiniano - Representante de Ibeji na Linha de Oxóssi Crispim - Representante de Ibeji na Linha de Ogum Orí - Representante de Ibeji na Linha de Xangô. Doum - Comando da Linha de Ibeji Damião - Representante de Ibeji na Linha das Senhoras Cosme - Representante de Ibeji na Linha de Oxalá
LINHA DE XANGÔ
Xangô Abomi - Representante de Xangô na Linha das Almas Xangô Aganju - Representante de Xangô na Linha das Almas Xangô Alafim - Representante de Xangô na Linha de Ogum Xangô Kaô - Comando da Linha de Xangô Xangô Agojo - Representante de Xangô na Linha de Ibeji Xangô Alufam - Representante de Xangô na Linha das Senhoras Xangô Agodô - Representante de Xangô na Linha de Oxalá
LINHA DE OGUM
Ogum Megê - Representante de Ogum na Linha das Almas Ogum Rompe Mato - Representante de Ogum na Linha de Oxóssi Ogum Guerreiro - Comando da Linha de Ogum Ogum de Nagô - Representante de Ogum na Linha de Xangô Ogum Dilê - Representante de Ogum na Linha de Ibeji Ogum Beira Mar - Representante de Ogum na Linha das Senhoras Ogum de Malê - Representante de Ogum na Linha de Oxalá
LINHA DE OXÓSSI
Caboclo Arruda - Representante de Oxóssi na Linha das Almas Caboclo Pena Verde - Comando da Linha de Oxóssi Caboclo Araribóia - Representante de Oxóssi na Linha de Ogum Caboclo Cobra Coral - Representante de Oxóssi na Linha de Xangô Caboclo Guiné - Representante de Oxóssi na Linha de Ibeji Cabocla Jurema - Representante de Oxóssi na Linha das Senhoras Caboclo Pena Branca - Representante de Oxóssi na Linha de Oxalá
LINHA DAS ALMAS
Vovó Maria Conga - Comando da Linha das Almas Vovó Arruda - Representante das Almas na Linha de Oxóssi Pai Benedito - Representante das Almas na Linha de Ogum Pai Tomé - Representante das Almas na Linha de Xangô Pai Joaquim - Representante das Almas na Linha de Ibeji Rei Congo - Representante das Almas na Linha das Senhoras Pai Guiné - Representante das Almas na Linha de Oxalá