Sites Grátis no Comunidades.net
Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
Ultimas Atualizações
Orixás  (07-08-2015)
O Dom da Cura  (05-08-2015)
Contactos  (04-08-2015)
Início  (03-08-2015)
Tronqueira  (31-07-2015)
Casamento Na Umbanda  (30-07-2015)
Exé Sete Encruzilhada  (30-07-2015)
Sincretismo Religioso  (30-07-2015)
Votação
VOCE ACREDITA EM ESPIRITOS
SIM
NÃO
Ver Resultados


Rating: 2.7/5 (155 votos)




ONLINE
2





Partilhe este Site...




Oferendas de Iemanja
Oferendas de Iemanja

Oferendas de yemanjá.  

           

A tradição de homenagear Iemanjá chegou ao Brasil com os africanos.

Além dos umbandistas e candomblecistas, o rito atrai gente de vários credos.

A mais popular divindade das religiões africanas é representada geralmente como uma mulher de longos cabelos escuros e túnica azul.

Mas também assume a forma de sereia, que habita as profundezas do oceano.

No Brasil, ainda é associada à Virgem Maria, como Nossa Senhora da Conceição, da Glória ou dos Navegantes.

Para agradá-la, porém, bastam rosas brancas num vaso ou uma cesta com frutas sobre a mesa, dispostas com a intenção de pedir a saúde e a felicidade dos habitantes da casa.

Ou ainda uma vela azul ou branca, acesa em um local especial.

Sábado é o dia da semana consagrado a Iemanjá.

Quem quiser homenageá-la pode vestir roupa branca ou azul-clara e usar jóias feitas de prata, coral ou pérolas. Para fazer um pedido, vá para a beira do mar à noite, fixe o olhar numa estrela e peça a intercessão da orixá.

Vale também ofertar rosas, atirando-as na água quando a onda estiver se afastando da praia.

 

 

 

                                  

 

 

Conquistas
Acredite em si mesmo.Viva os momentos como se fossem únicos.Saboreie os segundos como se fosse perdê-los.Desfrute o sol que brilha inigualável... Busque seus sonhos.Você pode estar aonde não idealizou.Tudo é mutante e mutável.Corra atrás da estrela cadente.Alcance o lua no infinito céu...Abrace Beije Apaixone Ame.Queira ir além do possível.Tanja o universo maior, ultrapasse.Apalpe as nuvens no esplendor do céu.Derrame sorrisos no espaço laço...Desperte desta noite insone e nebulosa.Açambarque os atalhos e encruzilhadas. Transforme em estrada reta, curvas sinuosas.Faça brilhar a luz no final do túnel...Acredita Siga Sorria Viva.Fale Grite Busque Conquiste.Queira o total indivisível.Seja comunhão universal.Veja a arte praticada.Persiga...A felicidade é construída.. Não alimente o sofrimento Não criem sofrimento! Reajam ao temor, ao medo. Evitem se fazer negativos  diante da proposta de vida menos gratificante. Não se estressem.  Reconheçam a impermanência de suas emoções e até de seus sentimentos.  Adeqüem-se a Lei da Evolução que é mutante. Façam da flexidez  companheira de vida. Sejam solidárias consigo, com suas carências e  tolerantes com suas emoções, não esquecendo que há sempre outras  oportunidades e um Novo Amanhã. Reflitam. Repensem. Realinhem seus  valores, desvalores e surpresas. Reconhecerão a inutilidade de medos e  temores que os ameaçarão tanto quanto admitirem. Verão que tudo é  resultante do desequilíbrio de sua mente doentia que admite culpas e  responsabilidades que realmente não existem. A verdade é que cada um é  um Ser livre e individual que se ajusta para resgatar e crescer rumo ao  aperfeiçoamento do Homem que é. A luta é brava e constante. Terão que se fazer o avalista e o crítico de suas ações, se quiserem se fazer uma  pilastra de sustentação neste momento de purificação da Humanidade em  transição, para que o Novo Milênio seja realmente de PAZ e SOLIDARIEDADE CRISTÃ. "PENSAMENTO" "Quando o sofrimento te buscar, abraça-o.  Ele é disciplinador da vida. Mas não o cries desnecessariamente, para  não te fazeres carente.

 

 

 

Problemas? Esta é a  história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar  algumas coisas em sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem  difícil. O pneu do seu carro furou. A serra elétrica quebrou. Cortou o  dedo. E, ao final do dia, o seu carro não funcionou. O homem que  contratou o carpinteiro ofereceu-lhe uma carona para casa. Durante o  trajeto do trabalho para casa, o carpinteiro nada falou. Quando chegaram em sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a  sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta  da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente  tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da  sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos de seu rosto  transformaram-se num grande sorriso e ele abraçou seus filhos e beijou  sua esposa. Um pouco mais tarde, depois de uma longa prosa e muitas  risadas, o carpinteiro acompanhou sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou: - Por que você tocou na árvore antes de entrar em casa? - Ah ! esta é a minha “Árvore de Problemas” respondeu o carpinteiro. Eu  sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho mas estes  problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então,  toda noite eu deixo meus problemas nesta árvore antes que entrar em casa e os pego no dia seguinte. E você quer saber de uma coisa? Toda manhã  quando passo pela árvore para retirar meus problemas do dia anterior,  eles não são nem metade do que me lembro ter deixado. Faça você o  mesmo que o carpinteiro. Não deixe os problemas do trabalho entrarem na  sua casa. Abrace seus filhos, beije sua esposa (seu marido) e procure  deixar todos os problemas na “árvore” antes de entrar e você verá que,  no dia seguinte eles serão bem menores do que aparentavam ser no dia  anterior.

 

 

 

 

 

Lições de Preto Velho…
Cenário: reunião mediúnica num Centro Espírita. A reunião na sua fase teórica desenrola-se sob a explanação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Os membros da seleta assistência ouvem a lição atentamente. Sobre a mesa, a água a ser fluidificada e o Evangelho aberto na lição nona do capítulo dez: “O Argueiro e a trave no olho”.
Dr. Anestor, o dirigente dos trabalhos, tecia as últimas considerações a respeito da lição daquela noite. O ambiente estava impregnado das fortes impressões deixadas pelas palavras do Mestre:
“Por que vês tu o argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu?”.
Findos os esclarecimentos, apagaram-se as luzes principais, para que se desse abertura à comunicação dos Espíritos.
Um dos presentes fez a prece e deu-se início às manifestações mediúnicas. Pequenas mensagens, de consolo e de apoio, foram dadas aos presentes. Quando se abriu o espaço destinado à comunicação das entidades não habituais e para os Espíritos necessitados, ocorreu o inesperado: a médium Letícia, moça de educação esmerada, traços delicados, de quase trinta anos de idade, dez dos quais dedicados à educação da mediunidade, sentiu profundo arrepio percorrendo-lhe o corpo. Nunca, nas suas experiências de intercâmbio, tinha sentido coisa parecida. Tomada por uma sacudidela incontrolável, suspirou profundamente e, de forma instantânea, foi “dominada” por um Espírito. Letícia nunca tinha visto tal coisa: estava consciente, mas seus pensamentos mantinham-se sob o controle da entidade, que tinha completo domínio da sua psiquê. O dirigente, como sempre fez nos seus vinte e tantos anos de prática espírita, deu-lhe as boas vindas, em nome de Jesus:
- “Seja bem vindo, irmão, nesta Casa de Caridade” – disse-lhe Dr. Anestor. O Espírito respondeu: - “Zi-boa noite, zi-fio. Suncê me dá licença pra eu me aproximá de seus trabaios, fio?”. - “Claro, meu companheiro, nosso Centro Espírita está aberto a todos os que desejam progredir”. – respondeu o diretor dos trabalhos.
Os presentes perceberam que a entidade comunicante era um preto-velho, Espírito que habitualmente comunica-se em terreiros de Umbanda. A entidade comunicante continuou:
- “Vós mecê não tem aí uma cachaçinha pra eu bebê, Zi-Fio?”. - “Não, não temos” – disse-lhe Dr. Anestor. “Você precisa se libertar destes costumes que traz de terreiros, o de beber bebidas alcoólicas. O Espírito precisa evoluir”. – continuou o dirigente.
- “Vós mecê não tem aí um pito? Tô com vontade de pitá um cigarrinho, Zi-fio”.
- “Ora, irmão, você deve deixar o hábito adquirido nas sessões de Umbanda, se queres progredir. Que benefícios traria isso a você?”
O preto-velho respondeu:
- “Zi-preto véio gostou muito de suas falas, mas suncê e mais alguns dos que aqui estão, não faz uso do cigarro lá fora, Zi-fio? Suncê mesmo, não toma suas bebidinhas nos fins de sumana? Vós mecê pode me explicá a diferença que tem o seu Espírito que bebe whisky, no fim de sumana, do meu Espírito que quer beber aqui? Ou explicá prá mim, a diferença do cigarrinho que suncê queima na rua, daquele que eu quero pitá aqui dentro?”
O dirigente não pôde explicar, mas ainda tentou arriscar:
- “Ora, meu irmão, nós estamos num templo espírita e é preciso respeitar o trabalho de Jesus.
O Espírito do preto-velho retrucou, agora já não mais falando como caipira:
- “Caro dirigente, na Escola Espiritual da qual faço parte, temos aprendido que o verdadeiro templo não se constitui nas quatro paredes a que chamais Centro Espírita. Para nós, estudiosos da alma, o verdadeiro templo é o templo do Espírito, e é ele que não deve ser profanado com o uso do álcool e fumo, como vem sendo feito pelos senhores. O exemplo que tens dado à sociedade, perante estranhos e mesmo seus familiares, não tem sido dos melhores. O hábito, mesmo social, de beber e fumar deve ser combatido por todos os que trabalham na Terra em nome do Cristo. A lição do próprio comportamento é que é fundamental na vida de quem quer ensinar.”
Houve profundo silêncio diante de argumentos tão seguros. Pouco depois, o Espírito continuou:
- “Desculpem a visita que fiz hoje e o tempo que tomei do seu trabalho. Vou-me embora para o lugar de onde vim, mas antes queria deixar a vocês um conselho: que tomassem cuidado com suas obras, pois, como diria Nosso Senhor, tem gente “coando mosquito e engolindo camelo”. Cuidado, irmãos, muito cuidado. Deixo a todos um pouco da paz que vem de Deus, com meus sinceros votos de progresso a todos que militam nesta respeitável Seara.”
Deu uma sacudida na médium, como nas manifestações de Umbanda, e afastou-se para o mundo invisível.
O dirigente ainda quis perguntar-lhe o porquê de falar “daquela forma”.
Não houve resposta. No ar ficou um profundo silêncio, uma fina sensação de paz e uma importante lição: lição para os confrades meditarem.
Autor: José Queid Tufaile
Texto retirado do site Nova Voz
* Pretos Velhos – Faixa de entidades espirituais que atuam nos trabalhos realizados pelas religiões afro-brasileiras, em especial a Umbanda.
* Umbanda – Faz parte da cultura espiritual legitimamente brasileira, adaptada dos cultos dos escravos africanos. Não é a mesma coisa que Candomblé. É diferente do Espiritismo, principalmente na sua forma de trabalho (cultos), ainda que possua muitas semelhanças, como o trabalho aliado à Espiritualidade do Bem (Especialmente a chamada “Umbanda Branca”), a crença na reencarnação e na lei de causa e efeito, entre outros. Por isso merece nosso maior respeito e admiração, por ser também uma religião de fé, luz, caridade, esperança e, primordialmente, de amor ao próximo.

 

Santos Populares: São Pedro.

 

 

São Pedro
No dia 29 de junho comemora-se o dia de São Pedro. O santo é homenageado no mês de junho nas populares festas juninas, assim como Santo Antônio e São João.
São Pedro é conhecido como guardião das portas do céu, protetor das viúvas e dos pescadores e também é considerado um ícone popular de quem, a seguir, você poderá saber um pouco mais.
A história bíblica de São Pedro
Segundo a Bíblia, São Pedro foi um dos 12 apóstolos de Cristo. Antes de se tornar discípulo, Pedro era um simples pescador que se chamava Simão.
Certa vez, Jesus pediu-lhe emprestado uma de suas barcas para que pudesse pregar à multidão. Simão concedeu-a de bom grado. Findada sua pregação, Jesus ordenou a Simão que voltasse a pescar em águas mais fundas. Embora não estivesse conseguindo pescar muitos peixes naquele dia, ele obedeceu a Jesus e surpreendeu-se ao erguer as redes de pescaria e vê-las abarrotadas de peixes, tantos que as redes quase se arrebentavam. Esse é o chamado milagre dos peixes.
Percebendo o milagre, ele se prostrou diante de Cristo que o convidou a segui-lo para ser um “pescador de homens”. Assim, Jesus nomeou-o Pedro que significa pedra ou rocha e simboliza a base sobre a qual a Igreja de Cristo se edificaria.
Em uma famosa passagem bíblica, Pedro teria negado, por três vezes, conhecer Jesus a despeito de suas promessas de nunca traí-lo. Logo depois teria se arrependido e mais tarde, Pedro e Paulo fundariam a Igreja de Roma e a Pedro seria concedido o título de Príncipe dos Apóstolos. Por isso, a Igreja Católica considera São Pedro o primeiro Papa.
As tradições das festas juninas que envolvem a data comemorativa de São Pedro são:
Santo protetor
São Pedro é cultuado como protetor dos pescadores e das viúvas e são estas, que geralmente, organizam sua festa. Já os pescadores organizam procissões marítimas em sua homenagem.
Ele também é considerado o fundador da igreja católica, o dono das chaves do céu e o responsável por fazer chover. Um mito popular diz que os trovões são causados pelo barulho da barriga de São Pedro roncando, ou que São Pedro esteja arrastando os móveis no céu quando troveja. São histórias lúdicas contadas para acalmar crianças com medo dos trovões.
Símbolos
A fogueira acesa em homenagem a São Pedro tem forma triangular. Como a festa de São Pedro é a última, diz-se que todos estão cansados de tanta festa, por isso somente os fogos e o pau-de-sebo devem ser as estrelas da festa.
O roubo do mastro de São João
Uma tradição da comemoração deste Santo é o “roubo” do mastro de São João, que deve ser devolvido na semana seguinte.
Outra tradição é que todo o homem que tem Pedro em seu nome deve acender uma fogueira em frente a sua casa. Também se alguém amarrar uma fita em um homem que se chame Pedro, ele terá que dar um presente ou pagar uma bebida a essa pessoa.
Comidas típicas para as festas juninas
As comidas são as mesmas das festas de Santo Antônio e São João: canjica, arroz doce, pé de moleque o famoso quentão que esquenta as noites frias de junho.
A Cantiga de São Pedro
Acordei de madrugada,
fui varrer a Conceição.
Encontrei Nossa Senhora
com dois livrinhos na mão.
Eu pedi um pra ela,
ela me disse que não;
eu tornei a lhe pedir,
ela me deu um cordão.
Numa ponta tinha São Pedro,
na outra tinha São João,
no meio tinha um letreiro
da Virgem da Conceição.

A festa de São Pedro é uma festa popular, alegre, acessível e está presente em todas as regiões do Brasil.